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Férias em Espanha (2)


De manhã fomos para a praia, naturista, claro! A água estava um verdadeiro caldinho, ou não estivéssemos no Mediterrâneo e o sol aquecia os nossos corpos em completa exposição. Todos à nossa volta eram praticantes naturistas, desde os 8 (até menos) aos 80. Foi uma manhã tranquila e já de regresso ao empreendimento para o almoço, encontramos o João que tinha andado na praia à nossa procura. Ao contrário de nós ele caminhava pela rua nu.
Varias pessoas o faziam dado que na zona existem vários empreendimentos naturistas. Não era estranho ver corpos nús a passear os cães ou a deslocarem-se para a praia assim. A Patrícia vinha envolvida numa saída de praia e eu de calções. Falta de hábito!
"Queres almoçar connosco?" perguntei e a resposta foi imediata "Sim, claro".
Assim que entrámos no apartamento fui tomar um duche enquanto a Patrícia foi à cozinha preparar algo para comermos. Ainda no banho ouvi uns sorrisos camuflados e quando saí enrolado na toalha dei com a Patrícia de joelhos, literalmente, de joelhos a mamar o caralho do João. Fiquei parado a olhar. Felizmente estava enrolado na toalha. Ele olhou-me e disse "Adoro a boca dela. És um gajo de sorte." "Parece-me que o gajo de sorte és tu" o que originou risos dos dois. O excelente trabalho da Patrícia fez com que o João lhe enchesse a boca de esporra, ficando alguma a escorrer para fora da boca. Ela levantou-se e deu-lhe um rápido beijo nos lábios e aproximando-se mim plantou-me um linguado passando parte da esporra que tinha na boca para a minha. Surpreendido, cheio de tesão, e sem querer que o João se apercebesse do que tinha acabado de acontecer não disse absolutamente nada. "Vou tomar um duche querido, poder acabar o almoço?".
Também o nosso convidado achou que precisava de um duche pelo que se juntou a ela e tomaram os dois banho juntos. A minha vontade de ir espreitar era enorme mas contive-me. No entanto o banho não demorou pelo que pouco deve ter acontecido.
O almoço decorreu calmo com o João a aproveitar de cada vez que a Patrícia se levantava para a apalpar ou dar-lhe uma palmada acompanhada de sorrisos dela.
Eu era um mero espectador o que deixou bastante pensativo. Triste pois a minha mulher revelava um libido que eu desconhecia e ao mesmo tempo excitado com o seu comportamento. Quem era esta mulher de 50 anos que estava sempre pronta a brincar com este miúdo, desconhecido?
A tarde foi passada na piscina com os dois a aproveitarem para se apalpar de cada vez que regressavam do banho e insistiam em por, mutuamente, protector solar.
Resolvemos ir jantar fora e claro que o João nos acompanhou. A Patrícia usou apenas um vestido de verão e umas sandálias com algum salto. Confesso que me parecia super apetitosa.
De regresso ao empreendimento o João aproveitou para a apalpar em plena rua, não se preocupando com os restantes transeuntes. Chegou mesmo a levantar-lhe o vestido expondo o seu delicioso rabo que apertava demoradamente, sem que ela ou eu esboçássemos qualquer sinal de protesto. A minha tesão era imensa. Como era possível sentir-me tão excitado ao ver a mãe dos meus filhos ser tratada como uma reles puta.
Já no apartamento o João levou-a para o quarto onde a fodeu enquanto eu fiquei na sala a olhar para a televisão sem conseguir ver nada. Terminados os gemidos ele veio-se juntar a mim no sofá. "Adoro a tua mulher. É uma vaca do melhor que há!" "Vai ter com ela que ela ainda não está saciada."
E lá fui eu, feito corno, para a cama juntar-me a ela. Estava deitada de perna aberta, com a cona especialmente aberta, cara coberta de esporra. Deu-me uma enorme vontade de a lamber e de imediato me ajoelhei de lado na cama, enfiando a língua naquela cona arregaçada e comecei a chupá-la com todo o meu empenho. Estiquei o braço para lhe apalpar as tetas e ela rapidamente começou a gemer de prazer o que me deixou feliz.
Como em tantas outras vezes subi para a cama e deitei-me com ela a deitar-se em cima de mim e a lamber o meu caralho que estava já durissimo. Quando olho para trás estava o João à porta do quarto a olhar para nós e a bater uma punheta. Aproximou-se dela que de imediato tirou o meu pau da boca para chupar o de chocolate. Porra.
Continuei a lambe-la e enfiei-lhe um dedo no rabo o que a fez estremecer.
Quando o João a contornou e veio para trás dela e lhe enfiou o caralho na gruta deliciosa que eu lambia, fiquei parado a ver aquele mastro, ali juntinho, a entrar e a sair da minha Patrícia. Tentei sair daquela posição mas nesse momento ela tentou engolir-me todo e sugava com uma sofreguidão nunca vista. Deixei-me ficar. Uma ou outra vez ainda lhe lambi o clitóris, ao mesmo tempo que ele a fodia. Que resistência que ele tinha. Comecei a gemer enquanto me vinha na boca dela. Distraído do que se passava a escassos centímetros da minha boca, nem me apercebi que ele retirou o pau daquela cona e empurrando um pouco para baixo enfiou na minha boca. Surpresa completa. Mas nada que não me tivesse já apetecido fazer, ao ver aquele pau que pelo seu tamanho e cor era bonito. Mamei, indiferente ao que cada um deles pudesse pensar de mim. Também já ambos sabia que era corno e estava a gostar de o ser. Chupei e fiquei triste quando ele o retirou da minha boca e o enfiou novamente nela. Não pensei duas vezes. Já que tinha iniciado esta aventura bisexual ia aproveitar e pondo a língua de fora lambi-lhe as bolas à medida do seu movimento de entrada e saída. Ele terá gostado pois, por isso, ou por tudo o que se estava a passar não demorou a inundar a cona da minha mulher. Quando retirou voltou a por-mo na boca e voltei a mamar aquele caralho negro que com os líquidos de ambos. Mamei e lambi até o deixar limpo enquanto a Patrícia apreciava. Sentou-se em cima da minha boca e deixou escorrer tudo. Incrivelmente estava a ficar novamente rijo. Apercebendo-se disso a Patrícia, depois de um maravilhoso minete que lhe fiz enfiou-se no meu pau e cavalgou, deitando-se sobre mim e beijando-me com sofreguidão. O João aproximou-se de nós e colocou o seu caralho ao alcance das nossas bocas com a Patrícia a puxá-lo para o meio do nosso beijo e enquanto ela me fodia, ambos mamávamos aquele pau no meio de um beijo. Que loucura...
Vim-me dentro dela e cansados ali ficámos deitados na cama. Devo ter adormecido mas acordei pelo menos duas vezes durante a noite com eles a foderem novamente. Uma vez ela de 4 e ele a enfiar por trás. outra ele deitado e ela a enfiar-se nele. Que dia... que noite... Pela primeira vez tinha chupado um pau e logo na frente da minha mulher.
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Gostei disto! Muito bem! 
1 maand geleden
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mesmo bom
4 maanden geleden
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espetaculo
5 maanden geleden
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muito bom mesmo
5 maanden geleden
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muito bom relato
5 maanden geleden
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