Meu marido não merece, mas não resisti ao nosso in

Segunda-feira logo cedo, Pedro, meu marido, foi convocado pela empresa a viajar urgente para substituir um gerente regional e para minha tristeza, ficaria pelo menos 3 semanas fora.
A semana transcorreu normalmente. Não cruzei com Sr. João mas, invariavelmente, eu chegava da faculdade e lá estava o portão de acesso à edícula sempre aberto. AS noites eram uma tormenta, pois as imagens do sr. João possuindo Amanda ficaram impregnadas em minhas retinas e em minha mente, mas principalmente as imagens de seu pênis colossal.
No sábado, estava molhando minhas plantas e eis que chega o sr. João carregando uma sacola de supermercado. Estava lindo de bermuda, camiseta e tênis. Cumprimentou-me efusivamente com aquele sorriso de desmontar qualquer esposa evangélica como eu. Respondi simpaticamente e meio perdida, soltei um “fazendo compras, sr. João?”. Ele responde “por favor, não me chame de senhor. Somente João, ok?” “estou trazendo um peixe que procurava há muito tempo” “vc gosta de peixe?” Inocentemente, respondi “sim, adoro peixe!”. “Pois então, vou prepará-lo pois está fresquinho, e quero convidá-los para jantar comigo logo mais, pode ser?” Disse isso com um sorriso lindo e enigmático, um olhar penetrante, e perturbada, respondi “infelizmente não poderemos. O Pedro precisou viajar logo cedo. Problemas em uma regional.” Me encarando firmemente, com um “sorriso sério” e dominador, ele me diz “Que pena, princesa (ele sempre me chamou de Danielle. Era a segunda vez que me chamava assim. Por quê?), mas quero aproveitar para fazer este peixe hoje, e VOCÊ está convidada para jantar comigo. Sei que você dorme cedo, então que tal às 19 hs?” Fui pega de surpresa pela forma determinada como ele na verdade me intimou a jantar com ele. Sem raciocinar direito, disse apenas “Está bem, sr. João. 19 hs.” Sorrindo, me piscou um olho e foi para sua casa. Eram 16 horas e precisava começar a me arrumar. Estava perturbada, trêmula, não devia ter aceitado o convite. Entrei no chuveiro, um banho demorado que perfumou meu corpo com a fragrância do sabonete, apesar de ter me depilado para meu marido, depilei-me novamente (mas porque eu fazia isso novamente? Porque más intenções insistiam em se manifestar? Era apenas um jantar.), e aproveitei para remover inclusive o filete de pêlos que sempre deixava no púbis, ficando completamente lisinha. Depilei até os pelos em volta do meu ânus!! Não sei o que acontecia comigo. Era como se algo mais forte que eu estivesse me dominando, e me levando a fazer coisas que eu jamais faria em sã consciência. Será que sr. João tinha o poder de dominar a mente das pessoas? Rsrsrs Que bobagem vc está pensando Dani? Coloquei uma lingerie muito bonita, mas comportada, adequada a uma mulher evangélica casada, um vestido leve e solto, para não realçar demais minhas formas, mas que tinha um decote um pouco ousado para uma evangélica, e por fim, uma sandália de salto que raramente usava pois me deixava mais alta que meu marido. Uma leve maquiagem, um brilho incolor nos lábios e pronto. Sr. João me recebeu na porta da edícula com aquele sorriso e me enchendo de elogios. Timidamente agradeci. Ele estava muito elegante com um tênis claro, calça de linho bege bem solta sem cinto, apenas com um elástico no cós, e camisa polo. Sentei-me na poltrona e ele logo me ofereceu um espumante rosé. Eu não poderia beber pois sou muito fraca com álcool, e também pela minha religião, mas aceitei e bebi um gole. Que delícia! Nunca tinha bebido nada parecido. Juntando minha inocência e minha inexperiência com bebidas, além do nervosismo de estar ali, logo tinha terminado a primeira taça, rapidamente enchida pelo sr. João. Apesar dele ter colocado uma taça de água para mim, fiquei somente no espumante, pois não sabia que precisava alternar com água para não ficar de pileque. Ele não me alertou sobre isso, não sei se por constrangimento ou se de propósito. O fato é que depois de duas taças, eu já estava completamente solta, rindo bastante e à toa. E à medida que o álcool ia fazendo efeito, começava a ver aquele homem como um belo macho, e assim minha respiração foi se alterando, meu coração acelerando, minhas narinas dilatando, meus lábios se entreabrindo facilmente, o que os deixava secos e me obrigava a passar a língua neles com frequência, e o que mais denunciava minha excitação: os bicos de meus seios estavam duros. Sr. João levantou-se e como que sob hipnose, meus olhos se voltaram para sua pelve, que denunciava um certo volume sob aquela calça de tecido fino e frouxo. Levantei meus olhos que se cruzaram com os dele, que sorria lindamente para mim. Fiquei vermelha, mas se ele percebeu, ficou na dele. Ele foi à cozinha e passou a trazer os pratos. Quis ajudar mas ele me fez ficar sentada, dizendo que eu era convidada de honra e aproveitou para encher minha taça. Quando me levantei para ir à mesa, senti que estava meio tonta. Ele me pegou em um dos braços para me ajudar, e ao me sentar, ele me ajudou empurrando a cadeira e assim curvou-se sobre minhas costas ficando muito perto e mim, e pude sentir seu perfume, delicioso, e um calor arrepiante próximo ao meu pescoço.
O jantar foi muito agradável, conversamos amenidades, rimos bastante, enfim, estava completamente à vontade na companhia daquele homem encantador. O nervosismo inicial sumira por completo. Mas pudera, depois de 5 taças de espumante!
Somente com a sobremesa é que eu finalmente bebi uma água. Voltamos à sala e sentei no sofá e ele também, postando-se de frente para mim. Elogiou-me novamente, agradeceu minha companhia, e fez um gesto de carinho passando o dorso de sua mão suavemente em meu rosto, arrepiando-me toda. Se já estava vermelha pelo espumante, devo ter ficado roxa neste momento. Perguntou-me se aceitava um licor como digestivo, e eu, burra, aceitei. Apesar da taça bem pequena, o licor, bem doce, era bem alcoólico, o que me fez ficar ainda mais alegrinha. As músicas que ele tinha colocado eram músicas alegres, mas ele se levantou e colocou uma seleção de lentas, e me perguntou se eu gostava de dançar. Respondi que sim, mas que dançava muito pouco porque Pedro não gostava. Ele então estendeu a mão em minha direção e diz “me concede esta dança?”. Não pensei duas vezes, estendi minha mão a ele que me ajudou a levantar e sem soltar minha mão, como um namorado, me levou até um espaço onde se poderia dançar, enlaçou minha cintura com seus braços fortes e começamos a dançar. Inicialmente, sem grande contato entre nossos corpos. Sr. João era um gentleman e estava tendo por mim um respeito admirável, achava. Fiquei feliz. Temia encontrar aquele sr. João que vira, excitadíssima, possuindo Amanda, lascivo, devasso, desrespeitoso, mas... foi inevitável. Aos poucos, seus braços foram me levando delicadamente de encontro ao seu corpo, o bico de meus seios já túrgidos, encostaram em peito, o calor daquele corpo másculo, o perfume, o álcool do espumante e do licor embotando minha mente e os limites da minha consciência levavam-me a não reagir e pelo contrário, a permitir que aquele homem me puxasse cada vez mais de encontro a ele. Além disso, suas mãos enormes e calejadas, começaram a passear delicadamente sobre minhas costas, indo da minha nuca até o limite de minhas nádegas, provocando arrepios que me faziam perder ainda mais a noção de que aquilo não era certo. Logo uma das suas mãos subiu além da minha nuca, penetrando por entre meus cabelos, enquanto a outra, deslizava delicadamente e sensualmente sobre meu bumbum. Minha respiração, minha boca entreaberta e os tremores que sentia em resposta aos arrepios ocasionados pelas suas mão denunciavam o meu estado de excitação. Obviamente ele percebeu, segurou-me pelos cabelos puxando minha cabeça um pouco para trás e colou seus lábios aos meus. Ainda que eu desejasse o beijo, fiquei sem reação, apenas aceitando seus lábios nos meus, com minha boca fechada. Ele me apertou mais ainda contra seu corpo, e senti um grande volume na altura do meu estômago, pois ele era bem mais alto que eu, sua mão que estava em meu bumbum também me puxou fortemente de maneira que uma de suas coxas posicionou-se firmemente entre minhas pernas, e sua mão que estava em minha nuca forçou-me a colar meus lábios ainda mais nos seus. Entreabri minha boca e imediatamente, senti sua língua invadir minha boca. Uma língua grossa, grande, áspera, movimentando-se sem pudor, tentando capturar a minha. Meu coração estava quase saindo do peito. Mantive minha língua imóvel no fundo, mas quando ele parou um instante de movimentar a sua, mexi com a minha e ele espertamente, pegou-me de surpresa e colocando sua língua embaixo da minha para eu não escondê-la no fundo de novo, sugou me sem violência, mas com muita firmeza, mostrando-me que sabia muito bem exatamente o que ele queria. Meu Deus, se ainda havia algum resquício de resistência de minha parte, aquele beijo de língua eliminou qualquer barreira. Como podia um beijo de língua ser tão excitante? Ele sugava minha língua de uma forma que me deixava atônita, mole. Enrolava sua língua na minha como uma aranha envolve a presa com suas teias. Ele não introduzia sua língua em minha boca. Ele me penetrava com sua língua enorme e grossa. Passei a corresponder ao seu beijo, despudoradamente, ainda que sem saber direito como fazer. Tentava repetir o que ele fazia. Lambia seus lábios, tentava colocar minha língua no céu de sua boca mas mal conseguia pois minha boca e língua são pequenos, desajeitadamente tentava sugar sua língua mas ficava sem fôlego pois era muito grossa. Subitamente ele puxa meus cabelos fazendo-me virar a cabeça para trás e começa a beijar e lamber meu pescoço e minhas orelhas. Foi outro choque para mim. Se eu achava que aquele beijo selvagem tinha sido o ápice da excitação, eu não sabia que meu pescoço e minhas orelhas me fariam quase desmaiar de prazer envolvida em seus braços. Sentir aquela língua deslizando sobre a pele de meu pescoço, alternando com beijos e lambidas, sentir a ponta da língua brincando nos bordos de minhas orelhas para logo em seguida ir entrando sem cerimônia como se quisesse me penetrar...minha excitação era tanta que simplesmente já não tinha absolutamente nenhum controle sobre mim. Aquele homem não era um homem comum. Como conseguia causar-me aquilo tudo? Seria ele o demônio que meu pastor tanto falava? Mas não importava. Eu estava totalmente entregue. Habilmente, sr. João soltou o botão de meu vestido e puxou o fecho até próximo de minha cintura, descobriu meus ombros e fez o vestido deslizar até parar na cintura, deixando-me seminua. Do meu pescoço, foi descendo e beijando meu colo, meus ombros, a porção de meus seios que não estavam sob o sutiã, que era bem pouca pois era um sutiã grande. Mas logo, passou a mordiscar meus seios sobre o sutiã, dedicando atenção aos meus bicos, o que me fez inclinar a cabeça para trás, numa indicação inconsciente de que eu estava totalmente entregue a ele. Àquela altura, sr. João poderia fazer o que quisesse comigo. Eu já não era mais dona de mim. Ele virou me de costas para ele, beijando, lambendo e mordiscando muito minha nuca e minhas orelhas, ele colocou suas mãos em minha cintura e me puxou apertando-me contra ele, fazendo me então dar conta do enorme volume que ele colocou encostado em minhas costas, e passou a me fazer movimentar o quadril, guiando com suas mãos, movimentos laterais lentos e sensuais, depois circulares, e depois, fazendo-me levantar e descer o bumbum, quase alcançando seu volume com minhas nádegas, mas não chegava pois eu sou baixinha. Eu tremia muito, mas não era de frio. Era tanta a excitação que não conseguia controlar meus músculos. Ele também movimentava sua cintura, abaixando-se um pouco para esfregar seu volume duríssimo em minhas nádegas. Sem parar de se movimentar sensualmente atrás de mim, levou suas mãos para meus seios e passou a alisá-los inicialmente sobre o sutiã, mas depois, foi colocando sua mão sob o sutiã, envolvendo meus seios com suas mãos, provocando-me contrações inexplicáveis, que faziam esfregar-me cada vez mais em seu volume, e pela primeira vez, soltar um gemido rouco quando ele pegou no bico de meu seio massageando-o com o polegar e o indicador. Escutei ele perguntar com voz rouca “está gostoso?”. Respondi virando-me de frente para ele e dando-lhe um beijo molhado, despudorado. Logo ele me pega em seu colo e me leva para seu quarto, fazendo meu coração acelerar ainda mais. Ou eu desistia naquele momento, ou não teria mais volta e eu seria possuída por ele, não sei como, pois tinha medo de ser muito machucada pelo seu tamanho. Minha mente dizia não, mas meu corpo gritava ensurdecedoramente sim...sim...sim... Agarrei seu pescoço, aninhei-me em seu peito e braços fortes e deixei-me conduzir, como uma noiva sendo conduzida para o leito nupcial a fim de ser deflorada. Ele colocou-me delicadamente na cama, sentou-se e me beijou um beijo delicado, sensual, delicioso, enquanto suas mãos percorriam todo o meu corpo arrepiando-me da cabeça aos pés, até que levou uma das mãos à minha vagina, alisando-a sobre a calcinha, que estava ensopada com meus líquidos. Na verdade, até minhas coxas estavam molhadas, me deixando com vergonha, mas ele me tranquilizou dizendo apenas “que delícia! molhadinha! adoro!”. Voltou a me beijar e foi descendo pelo meu corpo, lambendo e beijando meu colo, meus seios, minha barriga, lambeu meu umbigo me fazendo retorcer de prazer e quando chegou à minha virilha, eu já não aguentava mais, minha vontade era que aquele homem me arrancasse a calcinha e me penetrasse brutalmente, mas parece que ele não entendia os sinais de meu corpo, que tremia, convulsionava, contraía, retraía, e ele continuava a me torturar, ficando por muito tempo beijando e lambendo minhas virilhas. Depois, passou para minhas pernas. A essa altura, eu estava exausta, parecia que aquela tortura não tinha fim. Chegando próximo dos tornozelos, ele parou para tirar minhas sandálias e, loucura absurda, passou a lamber e sugar os dedinhos de meus pés, um a um. Não suportando, soltei um gemido alto. Não vi, mas tenho certeza que neste momento ele soltou um grande sorriso de satisfação, daqueles que somente machos muito seguros de si soltam quando vêem sua presa completamente abatida. Nunca fui de gemer, sempre segurei meus gemidos com meu marido, mas ali, não era possível, gemia e muito, com aquela língua explorando meus pezinhos. Como era possível tanto prazer em ter os dedinhos dos meus pés lambidos daquela forma? Depois de quase me levar a um orgasmo, ele voltou subindo pelas minhas pernas, agora pelo lado de dentro, o que me obrigou a abrir levemente minhas pernas. Pensei “meu Deus, se ele chegar onde estou pensando, não vou aguentar”. Não consigo descrever a extensão da minha excitação com seus lábios e língua subindo pela parte interna de minhas coxas. Os arrepios eram como choques elétricos que confluíam para a profundeza de minha vagina, como se estivessem a carregar uma bateria que a qualquer momento entraria em curto. Eu gemia de uma forma incontrolável. Cada beijo, cada lambida, cada mordida, gerava um choque que parecia abrir uma torneira dentro de minha vagina, que por sua vez, liberava líquidos em quantidade que nunca imaginei ser possível. Chegando à minha virilha, ele passou a me beijar por cima da calcinha, me fazendo tremer, contrair-me toda, esfregar-me fortemente contra o lençol, crispar as mãos, olhos apertados, boca aberta gemendo sem controle sobre minha voz, desejando loucamente que ele arrancasse minha calcinha e colasse sua boca à minha vagina, fazendo com ela exatamente o que ele fez com minha boca quando me beijou. Mas não. Ele continuou seu caminho para cima até chegar à minha boca, beijando-me mais uma vez, e eu, desesperada, agarrava seu pescoço e abria loucamente minha boca expondo-me a ele como se quisesse dar um sinal de que eu estava pronta para ele. Porém, ele calmamente, virou-me de bruços e começou com seus beijos e lambidas molhadas e desavergonhadas em minha nuca e ombros, soltou o fecho de meu sutiã sem que eu percebesse, e desceu pelas minhas costas, agora além de beijos e lambidas, suaves massagens, usando suas mãos grandes e fortes mas com uma delicadeza de causar arrepios que iam até onde vocês sabem. Chegou ao meu bumbum e começou a me retirar a calcinha. Meu coração quase vem à boca, pois sabia o que aquele gesto significava. Ele ia me possuir. Mesmo desejando loucamente, absurdamente excitada, tinha um sentimento de medo, pois eu era muito pequena para aquele homem enorme. É inexplicável esta sensação de medo, de receio, misturado a uma excitação e um desejo que ultrapassam seus limites. Ao mesmo tempo mistura-se o medo de ser machucada por um pênis enorme e pela possibilidade de ser possuída brutal e violentamente, à vontade louca de ser completa e profundamente penetrada por aquele homem e seu pênis absurdamente grande e grosso.
Sr. João ficou por muito tempo em meu bumbum, tempo que para mim era demais...demais... Ele beijava, lambia, mordiscava, alisava e massageava, deslizava sua língua pelo meu rego, chamava-me de gostosinha, elogiava minha bunda redonda e empinada, abria delicadamente minhas nádegas e passava a língua muito próximo ao meu ânus e minha vagina, enlouquecendo-me e me levando a sensações que se eram diferentes das que experimentei com ele explorando meu corpo pela frente, causavam o mesmo resultado, com ondas de choque e arrepios que iam direto para aquela bateria no fundo de mim. Eu ansiava por ser penetrada, meus gemidos não tinham nenhum padrão, ora eram baixinhos, ora muito altos, ora miados, ora guturais...meu corpo reagia sem que eu pudesse ter nenhum controle. Não aguentava mais aquela tortura, queria ser possuída, queria sentir aquele pênis entrando em mim. Mas ele insistia em me torturar. Sim, era uma tortura.
Ele me vira novamente e, agora sem muita delicadeza, abre minhas pernas e vai com sua boca direto em minha vagina, e sem se importar com o absurdo de líquido que dela havia escorrido e escorria, passa a me lamber e beija-la toda, explorando inicialmente os grandes lábios, que são muito delicados, e depois, indo para os pequenos e dali para meu clitóris. Obviamente a esta altura, eu não tinha como me segurar. Empurrava minha pélvis em direção à sua boca, como que pedindo para ele introduzir sua língua em minha vagina, que há muito pedia desesperadamente por algo que a preenchesse. Sua língua grossa e áspera, era dura mas supreendentemente, tinha uma delicadeza que me levava às alturas. Com suas mãos em minhas coxas, ele as força para cima me fazendo expor meu bumbum, e passa então a me lamber desde a vagina até meu ânus. Eu gritei. E gemi. Aquilo era uma loucura inexplicável. Como podia sentir tanto prazer com sua língua explorando meu ânus? Mesmo alucinada com o prazer que sentia, uma ponta de remorso insistia em surgir na minha mente, lembrando que eu era uma mulher casada, que amava meu marido, que nunca havia feito nada parecido com ele e que não era certo eu sentir tanto prazer com o sr. João explorando despudoradamente minhas partes mais íntimas. Mas esses flashes passavam tão rápido quanto as contrações involuntárias de meu corpo todo. Depois de introduzir a ponta da língua em meu ânus por várias vezes, ele retorna á minha vagina, penetra-a com sua língua quase me fazendo chegar ao orgasmo, e como estava totalmente melada, vagina e bumbum, ele introduz um dedo em minha vagina e a ponta de outro em meu ânus, que me faz ter um arrepio de medo, pois pensei “será que ele vai fazer o que fez com Amanda? Não vou conseguir jamais” mas ele passa a lamber furiosamente meu clitóris, e enfiando seus dedos em mim, me fez explodir em um orgasmo que nunca, jamais, imaginei ser possível. Eu suava como se estivesse sob uma ducha, meu corpo arqueava em contrações incontroláveis, um grito lancinante, a****l, vergonhoso, seguido por convulsões, sentia choques percorrerem meu corpo todo. Êxtase total, lábios e boca tremendo, arrepiada até a alma, eu me contorcia sem nenhuma noção de consciência. Não sei dizer por quanto tempo eu senti aquilo tudo. Parecia uma eternidade. Aos poucos meu corpo foi relaxando, e comecei a perceber uma dormência nos pés, mãos e rosto, principalmente lábios, que iam diminuindo lentamente na forma de formigamento. Lágrimas vieram aos meus olhos, e logo, soluços, seguidos por um choro incontrolável. Chorei copiosamente. Simplesmente eu chorava e tremia, mas não era tristeza nem arrependimento. Era consequência de um orgasmo absolutamente indescritível, que minou qualquer barreira que poderia existir entre prazer, luxúria e remorsos. Jamais ousei pensar e muito menos, desejar um orgasmo tão violento, tão desavergonhado, como consequência de um sexo tão despudorado, a****lesco até. Mas eu não sabia que aquilo era apenas o começo. Ele me cobriu com o lençol, provando-me o quanto aquele homem, apesar de um macho viril que sabia exatamente como abater uma fêmea e tirar dela todo o possível na forma de prazer a****lesco, era uma pessoa sensível e delicada. Deu- me lenços de papel e tempo para eu me recuperar. Devo ter apagado por alguns minutos, pois estava exausta. Acordei com ele deitando-se na cama após ter tomado um banho. Sentei-me na cama e vi que ele tinha colocado um robe na cabeceira. Vesti-o e fui ao chuveiro.
Continua... Se gostou, não deixe de votar. Obrigada. mica-2@bol.com.br
Gepubliceerd door mica-2
4 maanden geleden
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Muito bom. Transporta-nos para o local, como se estivesse a acontecer. Muito bem escrito.
4 maanden geleden
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Soberbo conto! 5*
4 maanden geleden
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