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Meu primeiro encontro com Giselle

Sou casodo, professor de direito em uma faculdade interiorana. Na juventude aproveitei bem a vida e fui me casar com meus 32 anos, lá se vão dez anos de casados e, diga-se de passagem, muito agradáveis. Para minha surpresa e de quem me conhece desde de casado e até estes dias, nestes últimos dez anos não havia vivido nem uma aventura extraconjugal. E minha fidelidade não se prendia a falta de opção não. Sou negro e sempre fui atlético, e talvez por isso e também sorte, tive uma vida farta sexualmente antes de casar e apesar de monogâmica farta após o casamento. Sempre uma aluna ou outra mais afoita, uma conhecida, um caso do passado, sempre aparecia uma oportunidade, mas talvez por ter tudo que procuro em casa, nunca nada havia me chamado atenção a ponto de me fazer mentir para ter uma oportunidade de sexo. Nada! Até conhecer a Giselle.
Giselle é uma mulher única, casada, linda por dentro e por fora, com uma sensibilidade aguçada que ela usa dentre outras coisas para perceber como enlouquecer alguém com sua sensualidade. Ela é muito discreta, gosta apenas de um jogo de sedução e não é uma aventureira, pelo contrário, muito calma e racional. Ela mora em São Paulo e eu no interior da Bahia, e por isso esse dia que vou relatar foi exótico para nos dois.
Tive que ir a São Paulo, para um curso de reciclagem, uma estadia de quinta a domingo, juntamente com outros professores. Era um evento grande, em um centro de convenções, abrangendo várias áreas docentes. Na praça de alimentação no primeiro dia, na primeira pausa para o lanche, observei uma mulher linda, vestido elegante, mas que realçava as formas fartas do seu corpo. Ela passava distraída mexendo em seu celular, passava algumas orientações pelo visto para sua filha sobre demorar para chegar ou algo assim. Andei um pouco atrás dela observando aquela bunda enorme, não tinha muito o que fazer mesmo e como ela parou em uma fila de uma das lanchonetes eu parei também, bem atrás, para continuar observando e aproveitar para comer algo. Me distrai e ela acabou percebendo que eu estava olhando para sua bunda, fiquei sem graça, mas percebi na verdade que ela gostou, pegou seu lanche e me acenou um oi com o olhar, peguei meu lanche e a segui, as mesas muito cheias ela se sentou em uma com outras pessoas, mas percebi pela abordagem que não eram conhecidos dela, então me aproximei também, abriram espaço e eu me sentei do lado dela. Me apresentei, perguntei seu nome e começamos a falar do evento.
Percebi que Giselle era ainda mais linda de perto, as pessoas foram terminando seus lanches e saindo da mesa, e nos continuávamos discutindo sobre pedagogia até que finalmente ficamos sozinhos na mesa, havia evidentemente uma atração sexual ali entre nós, apesar de não termos até então tocado uma palavra sobre sexo. Foi quando conferimos nossos cronogramas e percebemos que para nossa surpresa estaríamos agora na mesma sala da reciclagem ouvindo uma palestra sobre formas de linguagem.
- Nossa deve ser um tédio,
Comentei, ela suspirou e disse:
- Deve ser mesmo.
Foi quando eu falei, o que estava estampado na minha mente e cara, mas eu não tinha me manifestado:
- Se pudesse eu fugiria com você daqui; e coloquei uma das mãos na sua perna perto do joelho, que estavam cruzadas e olhei nos seus olhos.
Ela mudou a postura, estava relaxada ficou tensa, vi seu corpo arrepiar, e para minha surpresa, ela discretamente abriu as pernas, me olhou profundamente e disse:
- Me levaria para onde e para fazer o que?
Coloquei a mão entre suas pernas bem devagar, cheguei meu corpo para perto do seu, dedilhei sua calcinha e falei sussurrando no seu ouvido, que faria tudo que ela conseguisse imaginar, Ela continuava com as mãos na mesa, peguei uma delas e coloquei sobre o volume do meu pau que já estava enorme essa hora, ela olhou assustadamente para todos os lados, e apertou ele com força sobre a calça e bem nessa hora eu introduzi a ponta do dedo na sua buceta que já estava ficando molhada. Ela aproximou seu corpo procurando um contato ainda maior da minha mão com a buceta dela e eu retribui colocando o dedo todo na sua buceta e movimentando ele por todos os lados com a calcinha ainda atrapalhando um pouco. Ela gemia e me dizia que nunca tinha feito isso. Meu tesão se tornara incontrolável e fui beijar seu pescoço, ela se encolheu e disse que ali não. Nessa hora haviam pouquíssimas pessoas na praça de alimentação a maioria já tinha voltado ou estavam voltando para as salas das palestras. Estávamos em uma mesa afastada, olhei ao redor e vi que ninguém nos observava, no máximo um rapaz que juntava as bandejas mas não estava focando em nós. Percebendo sua ansiedade enfiei as duas mãos na sua saia e comecei a puxar sua calcinha, ela não sabia o que fazer, coloquei suas pernas estendidas sobre as minhas, ela escondeu o rosto no meu peito, num misto de tesão e desespero e me ajudou a tira-la, assim que tirei ela desceu as pernas, perguntou se eu era louco, enquanto eu me deliciava com o cheiro da sua xana.
Nesse momento ela disse que tinha que ir, estava visivelmente assustada, mas ao mesmo tempo em êxtase, ela se levantou para sair, coloquei sua calcinha no bolso e ouvi ela dizer:
- Você não vem?
Segui ela até a parto dos sanitários, ela entrou sem falar nada, não sabia se ela iria usar o banheiro e sair pra irmos em algum lugar ou o que era, foi quando ela chegou na porta e disse:
- Pode entrar, não tem ninguém
Comecei a beija-la logo na porta, esfreguei meu corpo no corpo dela, passando a mão em todo seu vestido, contornando todo seu corpo. Escorei-a na primeira parede que vi, agachado, coloquei uma de suas pernas no meu ombro e comecei a chupar sua buceta, lisinha, branquinha, suculenta e saborosa. Quanto mais eu chupava mas eu sentia ela molhada na minha boca, apertei firme sua bunda e afundei a cara entre suas coxas colocando toda sua peca dentro da boca, chupando como se fosse a última buceta do mundo. Ela estava entregue, ainda segurava sua bolsa em uma das mãos, tirei das mãos dela coloquei no chão, a virei de costas, abri seu vestido, ela pediu para entramos em uma das cabines sanitárias, mas eu disse que não, que a teria ali mesmo, fui descobrindo suas costas, segurei firme seu cabelo, beijei finalmente seu pescoço desci a parte de cima do seu vestido e subi a parte de baixo, deixando ela semi nua nos primeiros metros a dentro do banheiro, se entrasse alguém ali, não teria o que fazer, acho que isso a excitou ainda mais. Segurei firme seu cabelo, dei um tranco para ela se sentir submissa, abri a calça com a outra mão e coloquei meu pau para fora, encoxei ela com vontade, ela rebolava gostoso sentindo meu cacete enorme e grosso, querendo entrar na sua buceta. Inclinei ela com força e esfreguei a cabeça do meu pau na sua buceta como seu eu fosse meter naquela hora, ela se abriu toda, sua buceta babava, e ela me pediu:
- Me come negão!!
Virei ela de frente, deixei ela ver bem meu pau, ela ficou boquiaberta e eu ainda segurando seus cabelos, perguntava se era isso que ela queria, chamava ela de puta, beijei sua boca e chupei sua língua, arrastei ela pelo banheiro até as pias, acabei de tirar seu vestido, ela dizia não mas não conseguia evitar, se deixava levar pelo calor, coloquei ela sentada nas pias escorada nos espelhos, enquanto eu tirava a calça Giselle se masturbava feito uma louca, aquilo me deixou ainda mais louco, fiquei só de camiseta preta, sem sapatos, meias, nada, e ela peladinha, com aquele quadril farto, seios delicioso. Coloquei-a no chão e enfiei o pau na sua boca o quanto ela podia aguentar, ela quase se engasgava, mas não parava de chupar, babou meu pau todo, vi quando ela se olhou nua no chão de um banheiro de centro de convenções, acho que naquela hora, ela ficou meia incrédula com a própria situação e isso cada vez a excitava mais, agora percebia nela uma atitude mais dominante, segurava meu pau com uma mão e começou a se masturbar com outra, enfiava freneticamente a mão na sua buceta, estava molhada até as coxas, ficou de joelho, agora ela nem segurava mais meu pau, acariciava seus seios e sua buceta, como uma adolescente descobrindo a vida. Ficou de quatro, já não ligava mais se alguém fosse entrar ou não, queria ser possuída, ao perceber isso, me afastei e dei um jeito de fechar a porta principal do banheiro, isso talvez nos desse algum segundos antes do flagrante, quando voltei fiquei perplexo com a gostosura dela, nem falei nada, fiquei em pé atrás dela, e ela rebolava, agachei e enfie meu a cabeça do meu pau na sua buceta, ela suspirou e gemeu ao mesmo tempo, colou seu peito no chão empinando ainda mais a bunda,
Ela disse: - é muito grosso,
Comecei fudendo ela só com a cabecinha, ela gemia feito uma cadela, gozou rapidinho, e quando estava gozando eu coloquei mais e mais fundo, e agora estocava sua buceta com força, sentia o pau batendo no fundo, sei que dói, mas o tesão era grande demais e ela se contorcia de prazer, começou até querer gritar, mas se conteve, gozou uma vez atrás da outra, e quando meu pau estava quase explodindo ela já estava mole e frouxa de tanto gozar, tirei ela do chão coloquei ela encima da pia, abri suas pernas e chupei ainda mais sua buceta que estava vermelha e esfolada, comecei a esfregar meu pau em seu clitóris inchado como se fosse um vibrador, iria gozar a qualquer momento, apertei um de seus peitos e esfregava o pau cada vez com mais força, a cabeça do meu pau estava super inchada, chupei seus peitos com força e ela começou a gozar de novo, e de tão frouxa que já estava começou a se mijar toda neste orgasmo. Ela gemia ainda mais alto, sua buceta piscava e abria, seu cu, estava aberto e aceso como uma rosa, enfiei meu cacete todo de uma vez dentro de sua buceta e deixei jorrar porra dentro dela, ela me abraçou mais como forma de se apoiar do que de carinho, estava acabada, mal conseguia se levantar, sua buceta estava inchada, sua coxa estava molhada com todos os seus líquidos, gozos, urina, ela passou mão molhada e se secou com papel, tudo lentamente. Parecia que ela tinha corrido uma maratona, eu ajudei ela a fechar o vestido, ela continuou sem calcinha, ela saiu primeiro e viu se o caminho estava livre para mim.
Fomos juntos para a sala, chegamos com mais de quarenta minutos do início da palestra, sentamos juntos, ela estava tão satisfeita que escorou a cabeça no meu ombro e cochilou, como se fossemos íntimos, assim que terminou a palestra a chamei gentilmente, ela pediu desculpa pelo cochilo, nos trocamos telefones e fomos embora. Meus amigos perguntaram quem era, eu disse apenas que era uma conhecida de muito tempo, amiga de infância.
Antes de ir embora, eu disse que teríamos que nos encontrar outra vez para comer seu cuzinho, ela disse que mal poderia esperar. E era apenas o primeiro dia das palestras.
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exelente
10 maanden geleden
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