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Momentos Imorais

quem é?
sei lá eu!
então, adivinha, vá, tens de adivinhar?
diz a voz nas minhas costas tapando-me os olhos com as mãos.
quem sou eu?
hum?? quem será? adivinha, quem sou eu? adivinha!.
Repete, enquanto vou apalpando, as suas mãos puxam-me de encontro ao peito, sinto o par de tetas fofas nas minhas costas, correndo os meus dedos no rosto cheio inspeccionando-a.
A, Ana!
arrisco.
Frio?... muito frio! .....continua a tentar! ....vá, menino, vá! abre as calças e tira a pechota!.... tira que estás à espera! rápido?.... isso! Anda , agora bate à punheta!.... Vamos! ...fode! fode a pechota até acertares quem sou!
Entrando no jogo, corro os dedos na minha pechota preso nas mãos dela.
É, a dona Mára!
Ui!!... Gelado!! à; vais-te esporrar sem adivinhar, olha que já te digo!
Debocha divertida.
Já sei?... A Josefina?
Na, na!! ... Nada disso? ...Tás a pedi-las, tás tás?!!!
O encosto inesperado dos lábios nos meus, quebra o mistério num gesto repentino.
Foda-se Nélita!!!
Olha, qual foda-se?..... Continua a bater à punheta, não adivinhaste, tás a pedi-las menino!!
Eu? ....tu é que estás menina!!
Vá!! .....agora empina lá isso para mim!!
Afirma batendo-me no rosto, depois faz que siga a sua mão como se a farejasse até à altura do seu ventre, grande de compleição física, fita-me numa cara meio divertida, e séria ao mesmo tempo do alto da sua figura imponente, o rosto cheio envolto pelos cabelos corridos perscruta atenta a minha pechota e pressiona mais o meu rosto entre as suas coxas, livrando-se das calças.
Vá as cuecas tiras-mas tu! ....vá tira-me as cuecas menino, que eu depois tiro-te as tuas, os meninos é que despem as cuecas às meninas!
Afirma sorridente enquanto lhe puxo as cuecas pelas pernas abaixo, divertida, encosta o meu rosto no papo coberto de pêlos esfregando-me a cona na cara.
Beija!! ....vá!! ....estás a pedi-las!!.... come-me a rata!! ...vá menino, estica a língua!! ...Olha, já te digo!! beijar e lamber o património é pra levar a sério!!!

Ri, segurando a minha cabeça entre as suas mãos de encontro ao púbis, depois lesta livra-me das minhas e pega a glande arregaçando a pele, expondo-a toda, cospe nela e a seguir dá-lhe uma chupadela.
Vá, não te dei nada, assim é uma prenda!!
Agora!! ...vou-te fazer uma pergunta? ....então? passaste bem a noite? ....foi com a tua amiga? .
Foi!!... Nélita!!!... Foi, Com ela, e a mãe dela!!!
Olha lá menino? posso te fazer uma pergunta?..... que é que fizeste?..... já há tempo que ando para te fazer esta pergunta!!... como é?... já as fodeste às duas? .....olha que essas estão a pedi-las!!!! já te digo, estão a pedi-las!!!
Não Nélita!!! ...sonhei contigo!
Pois!! ..tá bem!! ...sonhaste sonhaste! tô mesmo a ver!!! ...enfiado numa delas? ou nas duas? vou-te dizer, olha que as gajas são fodidas!! ...A mulher é um bicho fodido e as certinhas são as piores!! ...olha já te digo!! ....mostras-lhe a pechota tesa e elas passam-se da cabeça! no fundo querem é ser putas nem que seja por uma noite! e olha que não estou armada em sonsa!! ...mas diz lá foi bom, ou não valeu a pena?
Que queres que diga??... claro que foi bom!! é sempre bom!
Pois isso acredito!... mas então conta lá? ...deste uma foda ou não?
A insistência, aviva a memória, trazendo de volta os momentos na companhia das duas fofas na noite anterior, os enlevos escusos insinuados no beijo de boas vindas na bochecha anafada da dona da casa, enleando-a na cintura, ao mesmo tempo que se aperta em mim dengosa, enquanto a minha mão vai correndo as suas costas sobre o rôbe félpudo apalpando-lhe o rabo , insidiosa, ao mesmo temo que as línguas se enrolam logo à chegada estão ainda presentes.
Então? hó pá!, gosto mesmo disto!.... ó meu amor! ....fogo? estás cada vez melhor!!!
Ora miúda? ..tu é que estás gordinha!!!
Então pois, tô?.... tô cada vez mais gorda? ho! pá!!!
Sorri num encolher de ombros, deixando-se levar presa nos meus braços, empurrando-me num rodopio sensual enquanto fecha a porta.
Deixe-se estar não se levante dona Mára!
Digo prá mãe dela, alapada no sofá na sala, fitando-me sorridente enrolada nas mantas, inclinando-me para a beijar no rosto, o movimento precipitado e trapalhão faz que falhe a bochecha dela, acertando-lhe na boca inadvertidamente, na atrapalhação, o encosto casual dos lábios provoca ondas de luxúria em ambos, fazendo soar os sinos do desejo, no meio da hesitação afago-lhe os cabelos num gesto carinhoso, prolongando o enlevo num requinte momentâneo apesar do constrangimento.
Então como é que vai dona Mára?
Ela encolhe os ombros num gesto conformado.
Atã cá se vai indo? e vossemecê?
Responde abrindo espaço para mim ao lado dela, sorri de face rubra enfiada no rôbe traçado na cintura, aparenta estar mais em baixo que da ultima vez que a vi, observo, enquanto me aninho ao seu lado, o calor do seu corpo no meu e a aparente fragilidade acrescem o sentimento de cumplicidade, partilhando a manta ela cobre-me num aconchego que acentua mais a nossa intimidade, enquanto a filha trata do jantar.
Pois, é certo que o destino nos cruzou, és simpático e muito querido, espantei-me quando te mandei baixar as calças já te digo!!! fui descarada e estavas a pedi-las!!! vais foder-me! vais abusar de mim! à pois vais ser meu! mas quero-te cheio de tusa? finalmente entendi? não penses que te deixo em paz! já te digo!! essa senhora tem sangue nas veias, as paixões não escolhem idade!! ter uma amante mais velha dá sempre tesão!!
prossegue a voz da Nélita, persuasiva, encaixando-se em mim, arrebatando memórias.
Estou?, estás sozinha fofa? Escuta? Ouve só, não digas nada!! escuta só!! estou a dar uma foda na tua mãe!!!
A frase dita assim ao telefone de supetão, é algo pérfido e desconcertante .
A verdade é que de gatas sobre a cama da filha a dona Mára, geme nas minhas mãos, segura pela cintura a balançar com a minha pechota enfiada na cona idosa.
zac zac zac zac zac.
Muda, a filha, limita-se a escutar os gemidos da mãe, apanhada de surpresa no serviço.
Por um momento imagino-a, boquiaberta, rubra e atrapalhada ao saber-me aqui com a mãe dela a esta hora, nestes propósitos .
zac zac zac zac zac.
No quarto o ambiente é de perversão e luxúria, envolto por gemidos à mistura com a voz vinda da sala entoando canções natalícias no televisor enquanto vou martelando a velhota.
Aaaahhh? assim Tô gostando mê dês!!! Olha lá agora, vai a fodendo-me? vá metendo tudo? a foder-me!! pôs? assim, pôs? pôs, Aaaahhh!!!
Suspira a senhora em delírio, socada pelo amigo secreto, fazendo pipocar a sua mente, grunhindo com testa molhada de suor.
Isso sua fofa? vá dona Mára!! Eu quero-a assim, isso rebole menina!!!
Aperto-lhe os seios localizando os mamilos pontudos beijando-a no pescoço, sem deixar de a foder.
Zac zac zac zac zac zac zac.
O vaivém da minha pechota produzindo atrito no grêlo idoso faz contrair a vulva madura aumentando a nossa vontade.
Isso, fofa, gósto de si assim, há minha querida você é o máximo!!!
Virando a cabeça, ela, encara-me desgrenhada de olhos arregalados arqueando-se com o coração a disparar, ofegante e quase sem fôlego.
Está a gostar princesa? Isso!!! Mexa-se assim aqui a levar na cona!!! assim a foder comigo!! aqui os dois!! isso vá gemendo como as badalhocas dos filmes prá sua filha ouvir!!!
Digo aproximando o telemóvel da face dela que de olhos fechados prossegue os suspiros, socada pela minha barriga nas nádegas gastas da idade.
zac zac zac zac zac zac zac zac zac.
Há!! mê dês!! não, que tontera?? agora?? atã olha lá a ideia? Pôr ela a ir escutando? à mê dês!!!!
murmura, submissa, aumentando o descontrolo dos sentidos de súbito agitada num espasmo repentino a vir-se toda.
Isso fofa venha-se!!!, vê? assim a vir-se como as artistas dos filmes de porqueiras como a senhora diz!!!
zac zac zac zac.
O insólito da situação só agrava a tesão de ambos ali a foder para a filha ouvir, a fazer sexo pelo telefone como numa linha erótica.
Há!! Mára!!, a fofa táva louquinha por uma foda assim não é? Depressa, assim os dois, agora caralho vou-me vir!!! agora!! agora!! pronto!! tome Mára!! assim estou a esporrar na sua cona querida!!!
Um hiato de silêncio paira no ar enquanto esguicho na vulva octagenária da velhota, saboreando engatados o gosto da perversão do acto.
Então? então já acabaram?
A voz da filha no telefone em alta voz, quebra a letargia momentânea em que vogamos.
Por agora parece que sim? não é dona Mára!!
Então, pronto, vá portem-se bem!! pois portem-se bem os dois? Vejam lá, não façam muitos meninos!!!
Olha lá o desparate? agora a ir fazendo meninos nanha idade? tem cada parvoera ela!!
Contesta a velhota ofegante numa expressão amorosa, enquanto retiro a pechota da gruta babada num plop viscoso, desabando na cama cansada do esforço com um sorriso malandro nos lábios.
Tá descansada a tua mãe porta-se lindamente? é uma fofura? não é dona Mára!! A senhora é uma brasa.
Olha lá agora? Eu? Agora brasa? Na tejas variando? eu? atã pronto!! Olha!! se vás achando? hê cá na cê? foste gostando? hê na tô nem sabendo o que dezer? pôs? Vás a ir dexando-me o forno aceso, atã é verdade? pôs é!!!

O certo é que passou pouco mais de meia hora, desde que arregalou os olhos numa cara de felicidade ao abrir-me a porta, espantada por me ver, a visita assim inesperada tem o condão de a despertar da letargia das tardes solitárias passadas em casa da filha enquanto ela está no serviço.
Na táva te esperando!!!
Bem sei, quer companhia prá sesta princesa?
atã pôs quero!!! olha, na táva dormindo!!! mas quase!! vai a entrando!! táva ficando cô uma preguiça!! atã pôs aqui sozinha!!!!
Lamenta-se chegando a face ao encosto dos meus lábios num beijo inocente de boas vindas, a verdade é que de inocente o encontro da gente os dois ali sozinhos a esta hora não tem nada, ela sabe-o bem, não há ingenuidade alguma na sua face rubra quando fecha a porta e deixa que a beije na boca, afundando a língua em busca da dela num linguado demorado, o travo amargoso e açucarado que se espalha da sua boca prá minha numa simbiose profunda, acentua sensações e desafia desejos, rendida, abraça-me deixando-se levar no enlevo ali no corredor enquanto a vou apalpando sob o robe, correndo-lhe o rabo, massajando-lhe as nádegas, efusiva ela aperta-se em mim dengosa, saboreando a beijoca de amantes entre suspiros, enamorada com o peito em alvoroço.
a senhora é demais?
Ora, o menino é que tá sendo demais comigo? tás fazendo-me a ir ficando tonta? Humm... eu estou... Enfim... estou?
balbucia excitada.
A dona Mára!! faz-me tesão?
Atã? faço? eu? à mê dês!! olha lá agora isso? assim agora nesta idade?
Suspira corada levando a mão à boca admirada.
Ora não seja tonta princesa? não tem nada melhor para pôr na boca?
Curiosa fica em silêncio com um brilho quente nos olhos visivelmente atraída por mim.
Venha cá fofa deixe-me sentir o seu corpinho todo assim apertadinha em mim!!!
À mê dês, olha lá os modos? vás a fazer-me vir só de tár-te sentindo!!!
Não me diga fofa? a querida não se controla quando está comigo? Vê, a menina é como eu? temos os dois mesmos gostos?
Atã pôs!! contigo nã sei o que se passa? estas conversas? A ires-me agarrando assim?
Deixe princesa está tudo ligado? estamos ligados os dois? tá a ver?
Atã pôs tô!! hê tô vendo tô!! ufff, mê dês que tá me dando uns calores!!!
Suspira fitando-me afogueada e vermelha, enquanto a levo pela mão para dentro da sala, o bafo dos caloríferos só acrescenta luxúria ao ambiente já de se si tórrido.
A senhora faz-me tesão?
Suspiro, repetindo no seu ouvido abraçando-a ao mesmo tempo que a beijo nos lábios sentindo o calor dela.
Há!! mê dês que vás a querer de mim?
o que quero de si? O seu olhar princesa? a sua boca? depois quero-a toda?
Há!! mê dês? olha lá Agora a conversa? tás querendo a ir-me a engatar? Vejam lá agora a ires engatando a velha? Na táva me faltando mais nada!!!
Murmura esboçando um sorriso matreiro.
Schiu? princesa? Mostre lá o que tem para mim dona Mára!! Hein? O que será que tem para mim aqui no meio das suas pernocas? Hein? há aqui alguma coisa para mim fofa?
atã na ce? vai a descobrindo!!!
Responde manhosa, numa voz quase imperceptível, deixando que lhe mexa entre as coxas por dentro do rôbe, explorando-a dentro do pijama, corro os dedos na barriga dela, descendo, o cheiro do sexo, esse cheiro selvagem embrenha o aroma num escândalo que ensopa os sentidos.
Tantos pêlos Mára!! muitos pêlos? o que tem mais?
Brinco deslizando-lhe na farfalheira, que mais parece palha-de-aço, passeando ao longo do papo idoso até lhe achar a pérola escondida.
Ora, princesa? a senhora tá molhadinha!!! Tá cô a pachacha toda encharcada!!!!
Atã pôs tô? Atã nahvéra de tár? Atã pôs!!!!
Hum? estou a ver, e para quem é a sua cona, assim babadinha a deitar por fora ? é para mim fofa? é?
Ora, atã pôs!! pra quem havera de ser? tás a mexendo-me, a deixar-me assim meia doida!! pra quem havera de ser? pôs é pra ti!! atã pôs é!! tás a gostando dela? Tás a ir gostando da piriquita velha? Anha chafarica à um ror de tempo que na é usada, assim, ainda vás a tirar as teias de aranha dela vás ver!!!
Deixe fofa, as conas são como o vinho, quanto mais velhas mais saborosas e sensuais!!!
murmuro-lhe ao ouvido, quase apaixonada a velhota só tem olhos para mim como diz a filha, merdas destas acontecem, apesar de não ser um tipo por quem as mulheres caiam de quatro, cogito, carentes as fofas idosas deixam-se arrebatar por um pouco de charme, atenção e carinho, despertando erecções, consumindo-a por dentro cheia de tesão, como que enfeitiçados ela e eu.
Agora as conas?? Olha lá a conversa???São? as velhas??? À mê dês???Atã??? E, tu? o que vás tendo aqui pra mim? olha lá? a tu pechota? tás ficando co ela tesa assim aqui prá Mára!! Na vás me dezendo? Vás a querer ir enfiando ela nanha cona? Épá? hê tô gostando muito de ti!!! atã pôs? tás co ela lisinha!!!
Diz dengosa acariciando-me a pechota entre os dedos enrugados como se fosse dona dela.
Ui!!! Mára!! A fofa tá cada vez melhor?
Estou? Atã eu?
Suspira deixando-se beijar como se fosse perder os sentidos, ardente e sensual.
Dois minutos de pausa nos amassos é o suficiente para a despir e pousar sobre a cama da filha mergulhada de gatas no reino da fantasia.

Os momentos de sono da sesta saboreada no aconchego das mantas passam rápido, a preguiça do despertar enroscado na velhota é gostosa e lasciva.
Vê lá fui dormindo? à mê dês, asnhas costas!! Tô toda moída!!! pôs, já na tô tendo idade de ir andando a fazer estas maluquêras, atã pôs não? agora a ir a foder feta tonta? pôs atã não? pôs não!!!
Murmura dengosa, esfregando-se em mim carinhosa, o seu corpo nu desliza nas minhas mãos apalpando-a toda.
Espere, dona Mára!!
A donde vás? vás a fazer xixi?
Interroga, de pé observo-a espojada na cama.
bip bip bip.
É anha filha!!!
Segreda num encolher de ombros divertida.
Tô? sim! olha lá? tás a ir-me ouvindo? atã pôs tô? olha? atão fiquei dormindo pôs fiquei!!!
Encolhida sobre si própria vai falando com o telemóvel colado à orelha.
Pôs, na esqueças de ir a buscar os sapatos da tu filha? atã já tás sabendo como ela é?
Prossegue tagarela, enquanto lhe vou abrindo as pernas, separando-lhe as coxas, esboça um sorriso cúmplice ajeitando-se colaborante, com ela de perna aberta puxo-a mais para mim, ela abre a boca e cerra os dentes quando lhe encosto a cabeça da pechota nos lábios da cona mergulhando na vagina idosa suavemente.
há!!!, olha atão? na tô ouvindo o que tás dezendo? só vás amanhã? atão olha lá agora?
À mê dês!!!
Deixa escapar num suspiro, mordendo o lábio acelerando a respiração ao sabor das fodas.
zac zac zac zac.
No movimento, fecha os olhos e inclina a cabeça numa cara de tesão repentina que lhe vinca as rugas na face, rubra, sopra, com o peito agitado pela emoção.
O quê? olha? pôs tô mais ele!!! atã na havia de tár? pôs!!! Tu tás bem sabendo que ele tá vindo a deitar-se comigo!!! Tô fodendo pôs tô!! atã magana? olha que culpa hê tenho? pôs? na tenho culpa do moço tár adorando de andar a ir fodendo comigo? pôs tá claro!!! anda fazendo hê ir dando-lhe a cona!! atã, Pôs!!! tá ficando embeiçado!! na vou podendo fazer nada? pôs atã?
Suspira afogueada entre cada frase, passando-me o telefone.
Tô? fofa? sim? olha, ainda tás demorada gordinha? o quê? tô a foder a tua mãe? sim!! Ora, ela tá na maior que é que julgas? Mára!!, a sua filha tá a perguntar se a senhora agora virou minha namorada?
Atã pôs, tô sendo!! olha pôs? olha lá agora a conversa?
Responde ofegante a velhota socada pelas fodas.
zac zac zac zac zac.
Não fofa, a tua mãe não se cansa!! está aqui de cona aberta a foder que é um espectáculo!! é uma fera, um docinho!!!
De olhos cravados em mim a senhora afaga as mamas balançando deliciada.
De gatas agora Mára!! vá!! Devagar!!!
Titubiante, joelhos fincados no colchão aninha-se de rabo empinado para mim obediente.
uuuuiiii? Há!!, mê dês!!!!
Geme cerrando os dentes, segurando o grito ao sentir a glande forçar-lhe o ânus.
O quê? não gordinha? não, não há azar!!! tá descansada, não se passa nada de mais!!! O quê?? Não!! Escuta!! estou a ir ao cu à tua mãe!! Pois, não está habituada? Bem sei!! Ora, não te amofines? Ela está com ela toda enfiada no rabo! Pois! Agora a levar no cu!!! A tua velhota é rija!!! Não há problema ela aguenta!!! pois!!! Espere, calma Mára!! relaxe querida isso! vá venha para trás! Vê? assim toda lá dentro fofa!! toda no seu cu dona Mára!! Isso sua toleirona!!!
Foda-se? Mê magano!! Vás a ir abrindo-me o cu!! Olha lá? Tá doendo na julgues que não? À mê dês, na tava-me faltando mai nada? À mê dês!!!!
zac zac zac zac zac.
Murmura numa ladainha afogueada enquanto sinto o recto idoso a esticar apertando-me a pechota.
zac zac zac zac.
Saboreio o deslizar gostoso das rugosidades rectais dela ordenhando-me a cada mergulho na tripa octagenária numa sensação agradável, meia dúzia de fodas fazem-me vir esporrando no recto idoso numa perversão total.
Pronto Mára!! agora? assim no seu cu senhora? assim fofa?
À mê dês!!! vás a dexar-me maluca!!!
Calma dona Mára!! Às vezes pergunto-me o que estará a pensar quando me olha assim? Assim depois que a fodo? A senhora assusta dona!! Assim cheia de tesão!! A fofa faz-me tesão mais que a sua filha!!!!
Afago-lhe o queixo, ela acaricia-me a pechota com os dedos enrugados, aperta-me carinhosa, sensual, insinuando-se.
Faço? Eu?? Atã?? Tô te fazendo más tesão quaéla? Schiu? na vás a dizendo nada? Tás a ir fazendo de mim uma puta? Pôs? tás vendo? Tô gostando de ir sendo a tua puta? Pôs tô? vás vindo a foder comigo enquanto anha filha fica trabalhando? Ficas sendo o mê hómê? Atã pôs, vás a ir fazendo de mim tua amante!! A ir sendo dona da tu pechota!!! Tás gostando da tua puta? Pôs? tô sendo a tua puta? Atã pôs??? Vás a te vir? Vás a te ir esporrando para mim? Vá? Vá? Mê querido!!!
Murmura punhetando-me com malícia acelerando o movimento da mão na minha pechota fazendo a esporra saltar numa torrente breve e saborosa.
O intróito nos pensamentos provocado pelo ladrar do cão no corredor da pensão trás de volta a Nélita, nua abraçada a mim espojada a meu lado na cama estreita habituada a testemunhar encontros furtivos e escusos.
Olha já te digo essas gajas são fogo!! são duas conas à maneira!!! as tipas assim, com falta de pechota são boas prá foda!! são, já te digo!!
Na verdade a velhota é surpreendentemente talentosa a foder batendo aos pontos a filha, há que reconhecer, concordo.

Ficas cá!!!! a esta hora não te deixo ir!!!
Fico agora??? Miúda ?
Então?? dormes com a gente as duas? Pois!!!
Hó pá, isso não tem jeito?? contigo enfim agora a tua mãe é que é mais chato!!!
Então? chato porquê? pois? ela fica desalvorada quando te vê? só tem olhos pra ti? então pois?
Atã? hê fico agora desalvorada? olha lá a parvoera? Hê tamêm acho que ele na deve de ir abalando agora!! atã pôs? já vá sendo tã tarde?
Contesta a senhora abanando a cabeça desconsolada.
Pois!! Mas com a tua mãe é diferente, fofa? Agora a ter de levar comigo? Coitada? Já vistes a seca?
Então, é agora diferente!!! tem juízo!!! prepara-te lá pra ir prá caminha mas é!!! pois? a gente vai tratar da logística das mulheres antes de se deitarem!! pois? Anda lá pró quarto e vai-te despindo!!
Metido entre as duas no calor dos lençóis, o aconchego dos corpos torna impossível o sossego dos sentidos, apertado ora por uma ora pela outra, sentindo os seus corpos, vou desfrutando do calor das suas intimidades, as duas metidas nos pijamas escondem o estado alterado que as invade, ao contrário de mim, só em cuecas é impossível esconder a erecção que empina a minha pechota contra a barriga da senhora a cada encosto, de cada vez que a encaro, o aconchego do seu corpo colado ao meu é um bálsamo para a tesão que se repete com a filha, os seios fartos dela no meu rosto e a volúpia das suas coxas cheias são lenha que acende o fogo que nos domina, por seu lado, ofegante a senhora não se escusa ao toque da minha pechota no seu ventre ao encará-la, no rodopio permanente do sono fingido, antes procurando sub-repticiamente o contacto, parecendo indiferente ao insólito da situação, sinto-a oferecida, macia e volúvel de seios colados no meu peito soprando ofegante no meu rosto, de cada vez que nos tocamos o constrangimento vai dando lugar a ousadias, testando abraçá-la vou-a puxando para mim sem que faça algo para o evitar, com a senhora alapada nos meus braços, apalpo-a correndo-lhe as coxas idosas, explorando-a entre as pernas, depois ao longo do rabo, as mãos dentro do pijama vão aos poucos baixando-lhe as calças até a nossa pele nua e inflamada se encontrar, roçando-me nela, soltando-se aos poucos, ela afaga-me, insinuando as mãos enrugadas no meu corpo, cada vez mais descomposta, vai-se livrando do pijama até ficar nua da cintura para baixo, como se estivessem combinadas, a mão da filha imiscui-se passeando os dedos papudos entre as minhas pernas, avançando atrevidos, livrando-me das cuecas, o gesto faz a minha pechota pular em riste como um aríete apontada no papo fendido da mãe dela, escorregando nos pintelhos grisalhos sem que possa evitar num formigueiro áspero que arrepia, partilhado entre mãe e filha no segredo das quatro paredes, vogo entre sensações numa emoção permanente, descobrindo intimidades, dividido entre as banhas fofas da Gordinha e a doçura octagenária da dona Mára, uma e outra revelando os seus encantos escondidos à libido da luxúria e do desejo, a erecção duradoura da minha pechota satisfaz o imaginário das duas à exaustão, no rebuliço acabo metido entre as coxas grossas da filha, na tensão do momento ela ajeita-se oferecida para que entre nela, penetrando o papo rechonchudo da sua cona peluda vagarosamente.
na penumbra ela fita-me silenciosa um segundo numa expectativa partilhada, instintivamente a indecisão é diluída pelo poder da tesão.
Han han han.
Então?
Limita-se a suspirar impelindo os quadris na minha direcção.
zac zac zac zac zac zac.
O som das fodas e o desvario das bocas ofegantes mistura-se com o rebentar dos foguetes ao longe como que festejando a nossa união.
Agitada como gelatina sinto-a vir para espanto meu metido entre os seus seios grandes e generosos, ofegante fita-me os olhos brilhando como dois faróis perdidos na noite, sossegando aos poucos, sem que a tesão esmoreça,
zac zac zac zac zac.
Então? espera? espera? Hó!! pá não te venhas? pois? não te venhas? Espera fofo!!!!
Como não rapariga? vou esporrar !!!!
Não!!! não!!! Espera, não!! espera? Então!! vem-te na minha mãe!! mete nela!! Pois! vem-te nela! Faz!! vai depressa!! Enfia nela à vontade!! Vá que ela já não fica grávida!! Pois!!
És doida?
Então? ó pá não sou nada!! ela gosta de ti!! pois? vocês entendem-se!! fode à vontade!!!
Murmura afogueada numa pressa que me empurra pró aconchego das coxas da senhora, o som da pechota despedindo-se da vulva cincuentona, anuncia o mergulho na vulva da velhota, tacteando na racha madura afundo nela suavemente, com um gemido gostoso a senhora abre as pernas recebendo-me carinhosa e rubra de excitação, febril o acto desencadeia uma miríade de sensações em ambos.
Calma dona Mára!! pronto fofa!!!!
zac zac zac zac zac zac zac.
Sem uma palavra, abraçada a mim ela balança a levar na cona deleitada, vencido o nervosismo da situação inusitada em que se vê, pondo fim à abstinência de sexo comum à terceira idade, briosa, a dona Mára fode comigo soltando-se como se fosse uma amante intima e enamorada.
zac zac zac zac zac.
O avançado estado de excitação faz disparar os sentidos, meia dúzia de fodas na cona octagenária fazem-na vir arqueando-se toda num impulso repentino soçobrando ofegante ao mesmo tempo que esguicho dentro dela.
Há!! Mê dês!!! pôs? Tás-te vindo?? Tás a ir esporrando? Há mê dês?? Que trabalhos???atã já te foste vindo? Já? Mê querido???
Já dona Mára!!! Já!!! Hó! Céus!!!estou-me a vir!!! Estou!!! Estou a esporrar na sua cona!!!!pronto fofa!!!
Então? pois? vês? pôs? nela podes a ir despejando à vontade, claro? não há perigo!!! Pôs!!!! é, hê já na vou emprenhando!!! na vás a ir fazendo-me meninos!!!nanha idade!!! Pôs!!!!

A voz macia da velhota transporta ao tempo em que tudo começou, abraçados no sofá, de rosto inflamado, com as bochechas rosadas numa excitação crescente, passo a mão no seu rosto numa carícia lenta, agita-se ofegante, cravando os olhos em mim por um instante, apalpo-lhe o seio através do robe sentindo a maciez mole, correndo os dedos sem que se oponha.
Olha-me séria um segundo, como que incrédula do que está acontecer, arqueando-se ofega trémula enquanto a minha mão se aventura dentro do rôbe dedilhando-lhe o seio quente e nu, deixo-a recompor formando uma concha com os dedos em redor do seio idoso.
vermelha de tesão, a sua fragilidade aparente é um bálsamo para os sentidos.
Olha lá que tás-me fazendo? a minha mama tá ficando durinha na tás vendo? assim vais a fazer-me tesão!!!
Deixe dona Mára!!! gósto de si com tesão!!! quando está com tesão fica mais bonita!!!
Olha agora bonita? eu? na vás-me dezendo essas parvoeras? hê ainda vou acreditando!! Hê, ós pois é o cabo dos trabalhos!!! na me faltava mais nada agora assim velha? olha lá? tás vendo? isto agora só vã dando filmes destes, mostrando poucas vergonhas? Atã? é só elas e eles despidos na cama? Hê já na tô entendendo nada destas coisas? É só cornos e putas andando se comendo!!!
Olha-me como uma espia manhosa a espreitar pelo buraco da fechadura.
Não gosta de ver dona Mára? Olhe só como a gaja delira ali?
Atã gostar gosto!!! Agora vã mostrando tudo? A gente vai indo vendo!!!
Desabafa, beijo-a na boca sem que se escuse ao encosto dos lábios nem à dança fugaz das línguas.
Já se imaginou no lugar dela? A Mára a gemer assim igual a ela? Nua? Feita puta?
Há!! Mê dês? na vás me atentando co essas ideias? Tás vendo que ideias tás pondo nanha cabeça? Alguma vez hê ia a fazer essas coisas? Atã pôs não!!!!
Schiu, dona Mára, olhe lá como ela diz que gosta? Tá a ver?
Murmuro no ouvido dela, rendida põe a mão enrugada entre as minhas pernas e pressiona os dedos atrevida, buscando o latejar do membro sem pudor.
Já viu fofa? A gente os dois na cama da sua filha? Assim como eles? Era a foda do ano? A Mára e eu? Só os dois nus?
A timidez dela escapuliu-se aos primeiros afagos na minha pechota empinada na abertura das calças.
A fofa tem uns bons mamilos, dona!!
Já tã ficando tombados? Na tás achando?
Tenha juízo!! Não pense nisso!!!
É? Na vás ligando sã coisas minhas? Ias a foder-me comá quéla!!!
Eu por si e pela sua filha só não faço o que não posso já sabe dona Mára!!!
Pôs to sabendo!!!
Adorno-lhe os seios, apertando e puxando-lhe os mamilos de mansinho fazendo-a relaxar, sentindo arrepios ela deixa-se acariciar como se há muito tempo o não fosse desta forma, ronronando como uma gata deixa que a toque entre as pernas dentro do pijama, encaixando os dedos no monte peludo afago-lhe o grêlo idoso, um formigueiro sobe-me da pechota até à nuca a cada afago dos seus dedos enrugados, carinhosa bate-me à punheta num vaivém quase insusceptível, o papinho dela baba nos meus dedos, elevando os quadris a senhora vem-se.
Há!!! mê dês? que tá me acontecendo?
Geme de olhos fechados abrindo as pernas, como no filme a velhota agita-se em espasmos, aperta-me a pechota com força fazendo-me esporrar na hora.
Olha lá na tás vendo a maluquêra?
Suspira ofegante observando os dedos sujos da minha esporra.
Espera?.... vou a fazer um xixi?... na queres vir?
Segreda numa cara de luxúria envergonhada, ajudo-a a erguer segurando a mão dela, de mão dada, sorrateiros e furtivos os passos levam à casa-de-banho, em frente ao espelho sob o lavatório, escondidos, os rostos reflectidos no vidro revelam outra dimensão de nós mesmos, numa perversão instintiva beijamo-nos a nós próprios, as bocas coladas nas nossas bocas reproduzidas no espelho, por um momento tudo voga ao sabor da insanidade, sem aviso, levanto-lhe o rôbe amarrotando o tecido felpudo nas suas costas sem que reaja, o tom lilás dá lugar ao estampado da flanela do pijama, metendo os dedos deslizo-lhe no rêgo até achar a humidade da vagina idosa.
Schiu dona Mára!!!... não dê estrilho senhora!!!... não quero que a sua filha nos oiça!!!
Na ouve!!... lá na cozinha na ouve na tejas mareado!!!
Limita-se a suspirar passado o instante da surpresa, enquanto desfolho o seu grêlo octagenário.
Vá princesa!!... ponha-me teso!!
Olhando-me através do espelho ela desembaraça-se do pijama num gesto lento e depois tira as cuecas.
Toma, vai indo a beijando elas!!! Vai a lambendo a renda que tapa anha cona!!!
Murmura, sem se virar depositando-as na minha mão, permanecendo de olhos fixos a observar pelo espelho o passear das cuecas dela na minha face.
Um silêncio proibido acompanha o movimento da minha pechota deslizando entre as suas coxas macias, dobrada sobre o lavatório ela vai flectindo os joelhos num gesto cúmplice que abre espaço ao encosto da glande na racha babada, uma leve pressão e a fenda idosa abre como uma rosa sugando-me suavemente para o seu interior cremoso.
Já está? Pronto!! Tás vendo?? já está!!! na tô dizendo? Pois!!!
suspira.
Pois está dona Mára!! É verdade!!! Já está!!! dobre-se mais um bocadinho isso!! vá, fofa!! calma vamos lá agora, uma foda grande assim!!! outra vá!!!!
zac zac zac zac zac zac zac.
Há!!! mê dês? cê ia a lembrar-me disto? já tava-me esquecendo!! pois, assim de ir a fodendo? vai que tás indo bem!!!
Schiu? Caladinha!!! sem barulho Mára!! isso? assim?
zac zac zac zac zac zac.
Atã na tô fazendo barulho!!! na fico guinchando a foder!!! olha lá agora? tô-me vindo!!! tás-me fazendo vir!!! vai metendo, pôs vai a metendo assim vais bem!!!
Suspira ofegante, num tremor súbito.
zac zac zac zac zac.
Vou esporrar dona Mára!!!!!
Vás??? Atã pôs vai!!! Esporra!!! vai esporrando pois!!! deita tudo na nhacona!!! vai deitando!!!
Murmura dengosa de face vermelha espelhada no vidro.
Pronto!!!!? Há! mê dês!!! Vou a fazer o xixi agora!!! Vai ficando hô pé de mim!!! Fica me vendo!!!
Concordo vendo-a sentar-se na pia, alapada de perna aberta exibe a cona esporrada, fitando-me séria ao mesmo tempo que um fio de liquido brota ruidoso cheeesss cheeesss cheeessss.
Na queres ir a fazendo? Anda!! vamos a mijar os dois?
Sem responder aponto a pechota entre as coxas dela soltando o liquido no espaço entre elas, esboçando um sorriso ela pousa a mão sobre a minha segurando o membro junto comigo até ás ultimas gotas, depois fica a segurar movendo a mão de mansinho, sacudindo devagar até a sentir entesar de novo.
Já tá a ir ficando empinadinha outra vez!!! Pois!!!
Observa, safada como se não tivesse nada a ver com isso enquanto vai repuxando a pele descobrindo toda a glande.
Lentamente passo-lha no rosto percorrendo-lhe uma bochecha e depois a outra.
Olha lá agora os modos? assim a ir dando-me com isso na cara? tás-me dando beijos com ela? vai fazendo hê tô gostando? olha lá agora!!!!!
Murmura emudecendo quando lha passo pelos lábios, erguendo os olhos para mim numa interrogação sem resposta.
Vá dona Mára!!!
Titubeante estica as beiças depositando um beijo na pele inchada.
Na vás andando a dizer que hê ando beijando-te a pechota?
Suspira encolhendo-se furtiva, a voz da filha na cozinha põe fim ás diatribes.
Erguendo-se apressada, ajudo-a a limpar a cona, compondo-se vai resmungando enquanto a beijo na testa, depois ajeita o cabelo seguindo-me.

Poça!!! tô aqui atafulhada e tu nada de ajudares mãe?
Atã e hê lá vou adivinhando? na foste pedindo ajuda?
ó pá? tás cada vez pior mãe!!!!
Protesta a filha rodopiando atarefada perante o encolher de ombros da velhota sentada à mesa.
Hê acabo na sabendo o que ela quer? Tã depressa vai mandando a gente prá sala ósdespois já na é assim!!!
É? em estando ao pé dele tu ficas aluada mãe!!!
Sorri bonacheirona a filha meneando a cabeça enquanto tira o tabuleiro do forno para cima da mesa.
Agora aluada? fico mesmo aluada? tu na ficas? É, eu é que fico? Vai-me dando uma graça? Atã pôs? até fica parecendo que sou alguma tonta?
Adoçando a discussão desembrulho duas chuchas de chocolate colocando-as nas bocas delas, beijando-as na boca de seguida.
Olha só tava-me faltando ficar sendo um bebé crescido?
Então?? Ele é que é o nosso bebé mãe!!!
Atã pôs é!!!!
Acha que sim dona Mára? então se sou o seu bebé fico no seu colo?
Ironizo, baixando as calças junto com as cuecas na frente dela.
Vá!! dona Mára!! desaperte o rôbe vá, afaste as pernocas fofa!! Isso!!
Numa cara de manha ela ajeita-se na cadeira enquanto me sento no seu colo, aninhado nos joelhos dela sinto-lhe as mamas apertadas nas minhas costas perante o olhar cúmplice da filha do lado oposto da mesa soltando um sorriso traquina.
Na tejas-te rindo? Ele na é só pra eu ir tomando conta? Pôs? Vais a ter de ir a ficar com ele no colo? Na sou só eu!!!!
Então? qual é o escândalo mãe? Vá? Passa-mo pra cá anda? Vem!!!
Resmunga a filha empertigando-se, soltando lesta o robe, baixando as calças do pijama, semi-nua exibindo as coxas cheias ao encosto do meu rabo, aninhando-me nas pernocas gordas e macias dela, dengosa, aperta-me carinhosa contra a barriga redonda e fofa, aconchegando-me nas banhas, a mão papuda logo se apossa da minha pechota punhetando-me suavemente.
Vocês, não tarda vão fazer-me vir?
Olha? então e depois? qual é o mal? se te esporrares serve de aperitivo!!!
Pôs!!! Ou vai a ficando pra sobremesa?
Acrescenta a velhota rindo.
Pois!!! até é melhor!! Hó pá? nunca lambeste a tua esporra? Nunca provaste? Vais provar agora? Pois?
Riem, as duas na galhofa.
Vocês acham graça?? Estou avisar vou esporrar a sério!!!
Ui!! ó pá!! ui? Espera? ó bolas!! Chega cá o prato mãe!!! Depressa!! depressa!!! Ui!! Ele já tá a esguichar!!! Depressinha mãe!! Olha lá? Ufa? vá esporra!! Vem-te!!! pronto vês!!! Então? Pois já temos sobremesa!!!
Sorriem ambas aparando a esporra no prato de vidro de servir o doce.
Então? Ainda falta mais aqui umas gotinhas? Deixa espremer bem!!! Outra vá!!!
Vocês são malucas!!!
Então? Malucas o quê? Fazemos-te vir e ainda te queixas?
Debocham lambendo o liquido viscoso com a ponta dos dedos.
Vá!! tens de provar!!! Aqui ninguém fica sem sobremesa!!!
Afirma dengosa enfiando o dedo papudo dela na minha boca.
Em total sintonia a mãe dela acerca-se mais de mim passeando os dedos enrugados dela nos meus lábios, sugo as pontas cobertas de esporra enquanto ela me olha fixamente, os três conectados pela tesão do momento, apalpo-a por dentro do rôbe deslizando-lhe dentro do pijama penetrando-a na cona dedilhando-lhe o grêlo idoso, uma cara de felicidade a êxtase momentâneo toma conta da senhora.
Isso? Faz-me ir vindo!! Faz? Vai a fazendo!!!!
Limita-se a suspirar com as pernas a tremer ali na frente da filha que muda ofega no meu pescoço observando a mãe dela, alimentando a excitação do âmbiente lascivo.
Espera Gordinha? Vá levanta-te fofa!!!
Incito-a deixando o seu colo.
Estás toda molhada miúda!!!
Então? Pois? Claro?
Suspira vermelha de excitação, de busto largo seios grandes e fofos, abdómen dilatado pelas banhas da barriga gorda, atarracada de coxas cheias faz lembrar uma lontra, beijo-lhe os lábios carnudos inclinando-a sobre a mesa, de rosto virado para a mãe dela procuro o caminho entre as suas pernocas até à entrada da cona, achada a abertura entro nela de uma só vez, alojada por inteiro na vulva cincuentona a minha pechota desliza em riste nas entranhas quentes e macias numa dança que a faz soltar sussurros sem sentido.
zac zac zac zac zac zac.
Ensandecida, seguro-lhe nas mamas para dar mais firmeza a cada foda, o embate dos corpos é breve e espalha sensações que alastram como se fossemos ficar ali o resto da vida, pressentindo chegar o momento sinto-a tremer, convulsionando-se a Gordinha vem-se num gemido abafado.
Há!!! Pá? Fode? Então? Faz? Vai, vai? Mete, mete tudo? ó pá vai-te lixar!!! Pois!!!!!!
Estou-me a vir!!!!
Sussurro no ouvido dela.
Hó pá? Ufa? Bolas? Então? Vieste-te? Pois? Vês?
Claro!! Atã na havia de se ter vindo ele? Atã pôs veio!!!!
Olha? Faz cada pergunta?
Comenta a mãe dela desalentada abanando a cabeça.

Faz umas duas horas que estou sentado junto da dona Mára no sofá, é obvia a química existente entre nós desde algum tempo, entretida com o laptop, a filha parece absorta sentada à mesa, por seu turno a mãe dela sente-se bem a meu lado, o mesmo acontecendo comigo, os seus olhos vivos castanhos brilhando no rosto levemente enrugado, os lábios finos carnudos desenhados, vão articulando as palavras numa voz cantada enquanto vamos roçando os joelhos num jogo cúmplice, puxo-a para mim, aconchegando-se beija-me num gesto fugaz, a vontade de foder está latente na forma como olha para mim, no fulgor da sua língua enroscada na minha em cada linguado, sorrateiramente puxo-a de forma a ficar disfarçadamente nos meus joelhos, o coração pula-lhe de jubilo, antecipando o momento baixa o pijama soltando o rôbe, de bocas coladas o seu corpo idoso estremece, com a respiração acelerada e ofegante, erecta a pechota busca a entrada da cona idosa entrando nela suavemente, uma sensação de calor viscoso acaricia-me a haste sugada pela vagina octagenária pulsante.
Ho!!! Dona Mára!!!! Assim venho-me!!!!
Atã vais agora a te vir? Tás ficando quentinho!!!!
Limita-se a dizer, tímida a primeira foda, é seguida pela segunda, depois por outra e mais outra.
zac zac zac zac zac zac.
Poucas fodas bastam para ela se vir, a urgência em partilhar o gosto que nos une faz que esporre na hora, obvia a cumplicidade enche a vagina idosa numa torrente viscosa até à derradeira gota.
Respirando fundo, Mára, ajeita o cabelo desmontando de mim como uma gata sorrateira, embevecida contempla-me, passeia as mãos enrugadas no pano lilás felpudo compondo o rôbe nas pernas sem cuidar da puxar o pijama enrodilhado nos joelhos.

Sobre a mesa a filha enche os copos de espumante com um sorriso traquina a bailar no seu rosto bolachudo, sorvido o liquido borbulhante acaricia as gargantas sequiosas entre beijos trocados a três, Insinuando-se, apaixonada a Gordinha dá-me a beber do seu copo logo imitada pela mãe dela, sorvo o liquido das taças delas partilhando segredos e emoções, um gesto em falso e a velhota entorna o espumante, o acidente faz com que se sirva do que lhe ponho nos lábios enganchando-a no pescoço à moda dos noivos, o gesto deixa-a rubra, não recusando o beijo de línguas enlaçadas que resulta do fascínio do momento, preenchendo o vazio em que caiu a sua vida sentimental, envolver-se sexualmente comigo fá-la hesitar em certos momentos, mas o desejo que lhe desperto e as necessidades que clama o seu corpo idoso, são mais fortes.
Venha cá dona Mára, quero sentir o calor do seu corpo fofa!!! Isso!!! Abrace-me!!! Assim agarradinha!!!
Delicada cola o seu corpo no meu, beija-me com paixão deixando adivinhar o estado da sua vulva cheia de tesão.
Esticando o braço puxo a filha para junto de nós, tal como a mãe, a Gordinha , está quente, inflamada de tesão, o namoro com a mãe dela ali na sua frente é um filme pornô vivido em directo, pego-a pela cintura beijando-a no pescoço fazendo-a sentir os meus tomates no rabo gordo encaixados no rôbe , ansiosa a Gordinha engole em seco, o seu corpo delira, rodando beija-me na boca, o beijo é intenso, voraz, olha-me nos olhos e morde o lábio provocando-me.
Vês? Então? coisas de marido e mulher? Pois?
Brinca tocando-me na pechota
Queres provar fofa? Tu e a tua mãe? As duas? vá?
tchock-tchock, tchock-tchock tchock-tchock.
Agarrada pelos cabelos a Gordinha suga a glande a meias com a mãe dela, na verdade velhota apenas lambe a cabeçona depois da filha a engolir.
tchock-tchock, tchock-tchock tchock-tchock.
Sugando ambas do liquido não tarda a jorrar disparado sobre as suas caras enquanto o estalar dos foguetes ao longe comemora a data festiva.

Sentado no cadeirão nu da cintura para baixo observo-as entretidas a espreitar no laptop as fotos da festa.
Olha lá o decote? ficou cas mamas todas à mostra!!!!
Comenta a velhota referindo-se à neta.
Então? Pois? é um vestido de noite!!! Que é que querias mãe? Pois?
Replica a Gordinha numa cara de censura defendendo a filha dos reparos da avó.
Sorvo um pouco de espumante pousando a taça, depois sorrateiro, pego a mão da senhora conduzindo-a pela mão até à janela, colocando-me atrás dela, na rua as luzes baças contrastam com o colorido dos foguetes cruzando o espaço, enlaçando-a pela cintura ficamos em silêncio observando um carro ou outro que passa.
Sem uma palavra, vou-lhe levantando subtilmente o rôbe, os polegares contornando-lhe o rabo idoso, apalpando-lhe as nádegas.
Schiu? Schiu? Mára? Não diga nada? Caladinha princesa!!!
Aperto-a contra a janela, ela geme toda a tremer, arrepiada, cheia de tesão, deixando-se dominar como uma gata no cio.
Apoie-se na janela fofa!!! Não se vire? Isso!!!
Submissa, aguarda, ansiosa, tem os mamilos erectos como se fossem esporrar, titilando ao toque dos meus dedos.
Pronto dona Mára!!!? Deixe-se enlear na teia que tecemos os dois!!!! Quero-a foder muito!!! e a senhora está ansiosa não está?
Há!!!! Mê dês? Na vás a judiar assim? Tás a ir fazendo-me a ir sendo puta?
Fogo…princesa!! Schiu? Veja se atina? Yha!! Isso!!!
Por um instante a minha boca devora a dela.
Vamos foder fofa!!! Isso!! Agarre na minha pechota Isso!!! Afaste as pernocas!! Vá, mais, mais um bocadinho!!! Pronto? assim aqui à janela!! Vamos foder os dois!!! Vá deixe meter na sua cona isso!!!!
Há!! Mê dês? Atã aqui? Olhem lá na me faltava mai nada?
na faltava? Aqui nestes propósitos!!!!
Murmura, meio encolhida empinando-se à espera da primeira foda.
zac zac zac zac zac zac, zac.
Gosta assim dona Mára?
Atã pôs!! Tô gostando!! Tô!! vai a fodendo!! Isso!! anha cona precisa de ti!! Vai esporrando!! Vai a encher-me, Vai a esporrar munto!!Vás a te vires mais eu? Pôs?
zac zac zac zac zac zac.
Apesar da sua idade avançada ela não se rende balançando a levar na cona à janela, arriscando ser vista por alguém que passe na rua, embora a hora tardia não dê azo a isso, intercalando, as fodas com mordidelas e beijos no pescoço dela sinto-a vir, afogueada num gemido delirante quase desfalecendo enquanto esporro dentro dela, ao virar-se a pechota salta-lhe do buraco, beijamo-nos muito, afago-lhe a cona e enfio-lhe os dedos na boca, chupa, lambendo toda lambuzada.
Há!!! Mê dês? Olha lá que trabalhos estes? Tenho de ir a sentar-me!!! Já na tô me segurando nas pernas!!!
Suspira afogueada, buscando arrego na cadeira mais próxima com a esporra a escorrer-lhe entre as coxas.
Tens a esporra a pingar na cadeira mãe!!! Então? Estás toda suja!!! Pois? vai-te limpar!!! Sujas o forro da cadeira!!! Assim não ó, pá tás cada vez mais palerma!!!!
Refila a filha divertida com o estado em que ficou a velhota.

Há uma tesão sexual entre nós é evidente, os corpos conversam sem necessidade de palavras, atraem-se, mãe e filha, cada uma à sua maneira, febris convulsionando-se de prazer, mexo com elas e elas mexem comigo numa troca mutua, enchendo os seus buracos, usufruindo da minha pechota numa troca de tesão permanente, fodendo ora a cona madura da filha, ora a cona usada da mãe dela, acelerando com sofreguidão num devaneio lascivo.
esbracejando a velhota aninha-se na cama da filha junto de mim.
Vá mãe deita-te lá, não páras quieta? Vê se sossegas? Vá vem fazer de esposinha dele? Então? Hoje tens companhia, podes ser mulher dele?
Atã pôs posso!!! Tô sabendo disso!! e tu na podes? Atã pôs podes!!! podes? ir a fazendo de mulher dele? na sou só eu? é duas pra um!!!
Acalmem-se meninas? Vá fofas? Portem-se bem miúdas?
Então? Pois? Contigo temos é de nos portar mal!!!! pois? ó pá? estou toda encharcada? Vês?
suspira a Gordinha rubra com os cabelos desgrenhados sobre os ombros nus, o rosto cheio ilumina-se num riso nervoso que lhe abana os seios brancos agitando-lhe os bicos retesados e acastanhados, remexe os quadris provocando-me, abrindo as pernas de forma escancarada, a minha pechota tesa voga entre os dedos enrugados da mãe dela babando goma na cabeça inchada por força dos afagos dela, enfiando os dedos na cona idosa a senhora move a outra mão num chapinhar viscoso acrescentando mais tesão ao âmbiente.
tchock-tchock, tchock-tchock tchock-tchock.
Há!! Mê dês? Tô ficando renascida!!! é como vou a me sentindo quando estou contigo!!!
Murmura no meu ouvido na escuridão súbita do quarto quando a filha apaga a luz.
Já são horas de dormir!!!
Ri brincalhona.
Pôs já são!! Já são pôs? Agora dormir? dormir é que na vai ser fácil?
Repete a dona Mára em voz baixa, engasgando-se mal me coloco entre as suas pernas, ansiosa, estremece num momento de tensão quando entro nela.
zac zac zac zac.
Os solavancos abanam a cama, firmes as fodas alargam a vagina octagenária a cada mergulho.
zac zac zac zac.
Abraçada a mim de braços e pernas a dona Mára geme a sério de boca aberta como se lhe faltasse o ar, ecoando no quarto a voz dela enche os sentidos, beijo a filha na boca enquanto vou à cona à mãe dela, segura-me o rosto entre as mãos numa ode à luxúria, Mára morde o lábio a vir-se soltando toda a tensão sexual que lhe agita o corpo idoso, a libertação deixa-a deliciada, prestes a vir-me saio dela trocando a vulva idosa pela cona gorda da filha, ainda a pingar da vagina octagenária e afundo na cincuentona.
Fode!!! isso fode-me!! Então pois!! Mete tudo? Isso ó pá? Pois!! vai vai!!
Vá Gordinha!!! Assim feita cadela? Assim a levares na cona? Toma? assim toma puta!!!!
Como se tivéssemos ensaiado o corpo anafado dela responde a cada foda num sincronismo constante.
zac zac zac zac zac.
Agitada como se levasse uma descarga eléctrica ela esvai-se vindo-se com as banhas a tremer, venho-me esguichando dentro dela numa torrente viscosa, uma atmosfera inebriante envolve tudo e todos enquanto sossegamos ofegantes.

Esticada ao comprido Nélita, escuta pérfida cada palavra como se fosse visualizando cada gesto, cada pormenor, bebendo a luxúria da narração como se fizesse parte dela.
Olha!!! queres que te diga mais? então vou-te dizer? As fodas nessa senhora são como se fosse na tua mãe? É igual a se estivesses a foder a tua mãe? Já te digo!!! Ah pois!!! e vou-te dizer mais!!! A ideia povoa as mentes mais inocentes!!! A fantasia de dormir com a mãe, e ela dar a cona ao filho nem que seja só em pensamento mesmo que não o admita acontece mais do que possas julgar!!!já te digo!!!
A brigada do reumático é fodida!!! Há! pois é!!! Eu sei do que falo!! Sei o que digo podes crer!!! Também faço parte da velha guarda!!! És servido digo-te já!!! Vá toca a pensar nisso!! Anda lá menino, enfia-te aqui na girássa da tua amiga!!!vá que vais adorar já te digo!!!
Afirma ajeitando-se a preceito empinando a cona numa pose provocante toda oferecida, exuberante, passeia os seios duros na minha face enquanto me aconchego entre as suas coxas poderosas, o seu corpão macio é modelado a preceito no meu, babados os dedos dela buscam a minha pechota que apontada a glande some engolida pela vagina experiente de uma só vez;
Foda-se Nélita!!!
Qual foda-se?? Fode!! Fode menino!!!!
Descarada geme rebolando dengosa.
Zac zac zac zac zac zac.
Foda-se!!! Enfia com força meu sacana!!! Vê lá se não sou boa a foder!!!! fodo melhor que a tua amiga!!! Já te digo!!! Quando quero sou mais puta que as outras!!! À pois!! Não tenhas duvidas!!!
Zac zac zac zac zac.
Vibrado ela agita-se num frenesim vigoroso, cavalona vem-se toda como uma égua desferrada.
Foda-se Nélita!!! Vou esporrar menina!!! Estou-me a vir minha puta!!! Assim!!! assim foda-se!!!
Esguicha menino!! Isso! vê-lá se as da velha guarda não são melhores que as pitas novas!! Távas a pedi-las já te digo!!!!!
Gepubliceerd door alicemartins
4 maanden geleden
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Olá  Alice Adorei este conto é muito excitante, publica mais assim
4 maanden geleden
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