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Noite africana

Nas noites quentes de verão sabe sempre bem um bom passo de dança. A Rita, a minha amiga, costumava ser uma habituée das noites de kizomba da capital. Foi por curiosidade que a acompanhei numa sexta-feira, apesar de não ser muito experiente na arte da dança.
- Mesmo que não domines, é engraçado. Vais ver! As pessoas são compreensíveis... - disse-me, tentando pôr-me à vontade.
Soube-me bem preparar-me para essa noite. Maquilhar-me, escolher a roupa. Sentir-me sensual num vestido que colava ao meu corpo. Sentir que quem me vislumbrasse de cima teria uma bela visão sobre o meu decote. E que na noite as minhas pernas iram atrair olhares como duas pérolas cobiçadas.
A Rita também se tinha esmerado. O seu corpo em forma encaixava na perfeição no seu vestido. E os seus lábios carnudos enfatizados pelo batom estavam irresistíveis.
A discoteca estava cheia de corpos ritmados e pouco vestidos como o verão convida. A Rita foi imediatamente recebida por vários homens que acorriam para a cumprimentar.
Um deles, era o Daniel. Um angolano com um corpo alto de ginásio, bem definido e um sorriso amistoso. Rapidamente pusemos-nos a conversar sobre banalidades. Convidou-me para dançar. Tentei recusar alegando falta de experiência. Mas, como tinha vindo para me divertir, acabei por aceitar.
Timidamente permanecemos a um canto da pista enquanto eu tentava lembrar-me dos poucos passos que sabia. Encostado a mim, o seu corpo parecia-me enorme, forte e quente. Em virtude da nossa pouca indumentária parecia que estávamos nus encostados um ao outro. Embora o Daniel tentasse disfarçar, o seu olhar fixava insistentemente o meu decote. Senti uma pressão que aumentava junto ao meu umbigo. O Daniel estava visivelmente excitado. A sua mão acariciava-me levemente a nádega.
Lembrei-me então que nunca tinha fodido com um africano. Todos os mitos que tinha ouvido ao longos dos anos passaram pela minha mente. A ideia excitava-me.
- Posso tocar-lhe? - perguntei-lhe desinibida.
- Claro! - Disse-me sussurrando ao meu ouvido e ansiando pelo meu toque.
A minha mão não queria acreditar. À medida que tentava medi-lo com os movimentos da minha mão, o seu membro parecia-me interminável. Tinha de ver para querer.
- Gostas? - perguntou-me.
Excitada, respondi-lhe:
- Quero mais...
Descemos até às casas de banho. Estavam todos tão distraídos para reparem que um de nós estava enganado. Encerramos-nos num dos compartimentos. Ele encostou-se expectante e eu curiosa desapertei-lhe as calças como se de um presente se tratasse.
Lentamente, ergue-se um pênis enorme que fica em haste na minha direção. Agarro-o com a minha mão, tendo consciência que tomo dimensão de anã em comparação com o seu membro. Acaricio-o, descubro-lhe a glande. Pergunto-me se caberá na minha boca. O Daniel permanece compreensivo face à minha surpresa. Arrisco. Passo a língua sobre a sua glande intumescida e pouco a pouco a minha boca vai abocanhando aquela verga enorme. A custo consigo engolir um terço da sua extensão. Sinto-o contrair-se de prazer. Chupo-o como se de um novo brinquedo se tratasse. Um belo naco de carne escura, quente e inchada que me preenche a boca. Demoro-me até fique bem rígido. Quero senti-lo dentro de mim. Levanto o vestido. Ele ajuda-me a fazer descer a minha roupa interior. E como um cavalheiro lambe-me para que fique húmida o suficiente para o receber. A sua língua ardente quase que me faz explodir o clitóris. Reconhece-se a experiência de um bom lambedor. Sinto um suco que escorre por entre as minhas nádegas.
- Estou pronta! - Declaro em forma de ordem. - Fode-me!
Quase como se fosse uma pena, eleva-me e suavemente deixa-me cair sobre o seu pênis. Sinto-o lentamente a entrar dentro de mim até que fico completamente preenchida. De seguida começa sucessivamente a penetrar-me enquanto me agarro ao seu tronco musculado. Não consigo deixar de escapar uns gemidos de prazer. Por momentos deixo de saber onde estou. Um prazer intenso invade as minhas entranhas. Mas desejo mais...
- Fode-me por trás... - Imploro-lhe.
Pousa-me no chão. E uma vez mais, sinto-o invadir-me. Encostada à parede, sinto os seus impulsos que me pressionam. Preciso de vê-lo entrar dentro de mim. Peço que espere. Abro a porta e o espelho em frente reflete-nos. Percebendo a minha intenção, penetra-me e eleva-me uma vez mais sem que pareça esforçar-se. De frente para o espelho, estava como que ao seu colo com as costas apoiadas no seu peito trabalhado e suportada pelos seus braços que me elevavam as pernas expondo os nossos sexos. Admiro um caralho enorme que penetra a minha cona rosada e luzidia de prazer. Excita-me o contraste de cores. A potência e o tamanho do seu sexo que erguido aparece e desaparece dentro de mim. E se alguém aparece? - penso eu. Que se foda! - responde a puta que há em mim. De qualquer forma estava vestida, um movimento rápido camuflaria a nossa transgressão.
Acabo por ter um orgasmo que parece não acabar. Eleva-me e observo como o seu membro húmido sai dentro de mim. Recomponho-me ainda extasiada. Quero vê-lo ejacular. Regressamos ao compartimento e bato-lhe um punheta. Primeiro com uma mão, depois com as duas. Vejo que goza o momento. De seguida o pénis da Daniel começa com abalos premonitórios, sinal de que está perto. De repente cinco jorradas enormes de sêmen saem disparadas contra a parede e o chão. Culminando com uma mais fraca que escorre pelo seu membro até às minhas mãos.
Lá em cima a Rita aguardava-nos sem saber da nossa aventura.
- Então? Desaparecidos?
- Sim... Fomos só à casa de banho. - respondemos com um ar comprometido.
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Boa história
2 dagen geleden
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Gostei. Parabéns pela imaginação ;)
3 maanden geleden
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Delicia
3 maanden geleden
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Fabuloso! Aposto que foi bem real....
5 maanden geleden
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sublime, muito bem escrito
5 maanden geleden
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